PRIVATIZAÇÕES DO GOVERNO LULA....
O governo Lula foi o que mais terceirizou. Os gastos com empresas terceirizadas chegaram a R$ 43,1 bilhões no primeiro mandato de Lula, o que significa 4% mais que no último mandato de Fernando Henrique Cardoso, que foi o governo que bateu recordes em privatização.
No último ano do primeiro mandato de Lula, em 2006, foram gastos R$ 12,9 bilhões em empresas terceirizadas, 11% mais do que no último ano do governo FHC, em 2002, descontando-se a inflação.
Os dados são da própria Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento em estudo do consultor legislativo do Senado, Gilberto Guerzoni Filho.
Isso significa que Lula, além de ter colocado em prática a privatização de setores essenciais da economia, como o petróleo, as estradas, etc, realizou também uma verdadeira privatização pelos flancos com a contração de empresas privadas para a realização de serviços para as estatais.
Além das privatizações das estatais e a entrega das riquezas produzidas pela população, existe a privatização por dentro das estatais.
O governo quer esconder embaixo do tapete as privatizações escamoteadas, ao mesmo tempo que também utiliza da propaganda que não privatizou quando leiloa as riquezas do País para os interesses estrangeiros e de oligopólios nacionais como ocorreu recentemente com as estradas federais.
O governo Lula espera privatizar a ECT, pois, como acontece na Petrobrás e no Banco do Brasil, os grandes acionistas privados, que serão metade da empresa vão obrigar o governo a fazer o que eles querem, para aumentar a margem de lucro, com uma superexploração dos trabalhadores.
Atualmente as empresas privadas, que estão do lado de fora da ECT, já mandam através da corrupção e da indicação política na direção do Correio. Imagine o que acontecerá com a entrada legal dos testas-de-ferro da DHL, Fedex etc.
Na Petrobrás eles decidiram privatizar diretamente vários setores da empresa, por exigência dos grandes acionistas.
O governo Lula está privatizando o que sobrou das privatizações do governo FHC, por exigência de vários grupos internacionais que viram a possibilidade de lucrar muito, comprando o que sobrou do patrimônio público. Eles analisam que a crise econômica internacional ainda não chegou com toda força no Brasil, por isso querem ficar com o filé mignon, deixando o osso para os brasileiros quando a crise estourar pra valer.
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